Mad people do that.

terça-feira, maio 04, 2010

Alice In Wonderland : Final Post


Olá, olá, boa noite para você...
Meu terceiro dia seguido, e sinto que este é um avanço na minha vida!
Ser fiel a um compromisso, mais do que tudo mostra seu caráter a você mesmo, por mais simplória que tal coisa pareça ser. Como ter um blog.
Mas me guiando neste assunto, e honrando meu compromisso para com meus leitores... Cuja lista se aumentou, falando nisso! Obrigada Ma,Mi,Ga ... Eu amo vocês <3'
Ha, isto me lembrou a família Dó-Re-Mi, super clássico! Hahahahaha'
Bom, mas então... Hoje eu finalizo minha dedicatória à nova obra de Tim Burton, Alice In Wonderland. Devo dizer que é de minha extrema alegria ter o prazer de poder escrever sobre este filme, este clássico adaptado... Esta nova inspiração!
Primeiramente gostaria de lembrar sobre o que falei ontem à noite. Sobre trilha sonora comercial, personagens fiéis, personagens nem tão fiéis... Hoje então, é o dia pelo qual esperei desde que a ideia de falar sobre este filme brotou em meio aos meus neurônios: A atuação.
SIM, a atuação, o que seria do cinema sem a qualidade que pessoas em especial conseguem fazer presente em cada olhar, em cada gesto, por mais simples? Sentir em nossa pele o que uma pessoa inexistente, ou uma pessoa que mereça ser homenageada sentiu, quase nos une novamente no desejo de pessoas que espalham esse voto pelo mundo: União.
Qual outra chance rara teríamos para esquecer das diferenças entre um e outro, se não o momento em que estamos sentados numa sala de cinema, sem nem ao menos reconhecer o rosto da pessoa ao nosso lado, compratilhando de sentimentos tão diferentes, e a mesmo tempo tão iguais? Isto me faz pensar... Não deveríamos poder ver os rostos das pessoas, pois aí seríamos forçados a enxergar seu caráter, o que há por dentro, e não por fora. Quanto mais vemos superficialmente, mas defeitos encontramos para suprir nossa necessidade de se encontrar no mundo numa posição melhor que alguém, mesmo que esta se resuma à condições estéticas.
É impressionante como um ser tão evoluído como o ser humano joga fora o seu pontencial, levado pela inveja, pela incontentação com o agora...

Perdoe-me, fugi do assunto, mais uma vez. Estava falando sobre atuação, e agora digo: Preciso falar sobre Johnny Depp.
John Christopher Depp II me inspira de maneiras que as palavras se fazem insuficientes! Nunca vi alguém que conseguiria passar a mensagem do nosso interior, dos sentimento à flor da pele, quando se está escondido sobre tanta maquiagem, tantos disfarces. Também nunca verei alguém que se faça capaz de me fazer sentir cada respiração como se fosse minha, tampouco.
São tantas máscaras, e no entanto não há mascara nenhuma, e isto não exclui seu papel de Chapeleiro Maluco. De todos os personagens do Johnny, penso eu, este é o mais instável emocionalmente, tornando-o uma mistura de extremos. Seus atos são previsíveis, mas ele em si é completamente imprevisível, somente pela sua insanidade!
Mais uma vez me lembro de que a insanidade nos torna pessoas melhores sobre nossa própria perspectiva. Ninguém diria que o Chapeleiro não passa pelas mesmas sensações, os mesmo sentimentos, bons ou ruins, que qualquer ser humano(ou não)possa passar, mas ainda assim, poder ver alguém que não se esconde por trás de um falso pretexto me faz trazer certas coisas pra mim mesma.
Mais um momento do filme me faz permanecer nesta linha de pensamento. Alice pergunta ao seu pai: "Estou ficando louca?"
E então, o homem coloca a mão sobre sua testa, como se testasse sua temperatura, e então diz: "Sim, louquinha, varrida de pedra. Mas me deixe contar-lhe um segredo: As melhores pessoas são assim".
BINGO, alguém finalmente me entendeu! E não é assim que todos nos sentimos, no fim das contas? Deixe-me contar um acontecimento do dia de hoje.
Estava voltando da aula de matemática, numa pressa desvairada, completamente atrasada para o ballet, quando vi alguns amigos, passando do outro lado da rua. Eu me peguei pensando: "Ora vamos, não sejam tão ridículos..." quando os vi pulando e rindo como se a melhor piada do mundo houvesse sido contada naquele exato momento.
Não que eu estivesse irritada pela felicidade alheia, mas simplesmente me sinto incapaz de saltitar pela rua "como uma louca", por mais feliz que eu esteja.
E então eu pergunto: Quem naquele momento, tinha a melhor atitude? Eu, perdendo o tempo de meus próprios pensamentos, deixando de escutar a música do mestre Tchaikovsky que somente eu ouvia, apenas para questionar a atitude de outra pessoa? Ou meus amigos, que nem ao menos olhavam para o rosto dos outros, apenas considerando o agora, e esquecendo o que outro iria pensar?
Sabe, todos nós cometemos atitudes erradas sem nem ao menos perceber! Fomos ensinados assim, e assim sempre será! Ter medo de errar, medo de alguém ralhar com você por achar que sua atitude é equivocada é só mais uma maneira de se tornar num nível mais baixo do que aquele ao seu lado que não se importa com nada além de sua própria felicidade momentânea. Isto é egoísmo, também é errado, mas é preciso errar para se enxergar o caminho certo. A diferença é: Você vai saber definir qual é o melhor caminho para você, ou vai deixar alguém lhe dizer isto?

Queria dizer que o sentido de tudo isto é a inspiração que Johnny Depp me passa. Eu não teria formado esta opinião própria se não me abaseasse no seu jeito irreverente de ser! Posso ser considerada uma fã maníaca e desvairada, mas como meu ídolo me ensinou, desde quando a loucura nos torna pessoas ruins, questionáveis?
Obrigada, Johnny, Tim Burton... Pessoas que enxergaram a realidade e se fazem humanos o bastante para compartilha-la da única maneira que nós, mortais, entenderíamos: Fugindo à regra da sociedade.

Assim finalmente termino minha crítica e minha homenagem à Alice In Wonderland, que mais uma vez se desviou em tantos caminhos diferentes!
Hahahaha'

Rocks! \o/

segunda-feira, maio 03, 2010

Alice in Wonderland - part 02



Eu disse que voltaria hoje! Eu disse, eu disse, eu disse! (Voltando ao tempo de Carangos e Motocas). Hahahahahaha'
Está bem, quem sabe que desenho é esse? cri cri cri ...
É impressionante o quanto eu acho engraçado a minha própria tentativa de considerar as minhas perguntas sem graça alguma. Ou é realismo demais, ou eu estou precisando ir ao banheiro com um gilette para tentar voltar no terceiro dia u.u'
Nossa, que heresia essa, sinto muito. Foi sem querer.
Bom, vamos tentar de novo, este não foi o melhor dos começos...
Boa noite, é um prazer estar na companhia de pessoas tão agradáveis! Por mais distantes que possamos estar, somos ligados por um só elo: Somos todos LOUCOS!
FATO, por qual outro motivo eu "batizaria" esse blog de "The Cheshire Blog"?
Estava pensando em algo... Minha grande amiga, minha Bellinha, uma das pessoas que mais amo neste mundo... Tem um blog chamado Anjos Histéricos. É um blog muito maior que o meu, cheio de seguidores, e simplesmente fantástico! Não, eu não estou com inveja, permita-me falar antes de tirar conclusões precipitadas. (Enorme hipocrisia essa, quem disse que alguém me chamou de invejosa?)
Voltando ao assunto... Esta minha amiga deixou um recado no meu orkut com o "slogan" do blog, junto com o nome, "linkado"(acabei de inventar esta palavra, ou ela existe?), coisa que eu sempre quis fazer e nunca consegui. Alguém tem um manual chamado: Segredos do orkut para idiotas?
Hahahahahaha'
Em todo o caso, isto me deu uma grande ideia! Todo blog que se preze precisa de um slogan!
É claro que eu quase não tenho seguidores, são poucos os que leem isso de fato, mas não importa, cara, eu quero um slogan! *-*' Hahahahahaha'
*Obs: Bellinha, Zac, Bells, Alice... Sempre comigo lendo os posts segundos depois de eu terminar de escrevê-los... Obrigada! Eu amo vocês <3'
Aí eu pensei em algo assim: "Sometimes sanity is not good enough".
Aaaah, não é lindo? Quer dizer, resume tudo que o blog significa! O próprio gato de Cheshire, inspiração para o assunto aqui presente, diz: Somos todos loucos aqui.
E desde quando os seres humanos são sãos o tempo todo? Viver a vida é simplesmente ultrapassar barreiras, se aventurar no desconhecido! De que outras maneiras alcancaríamos a evolução? Trocar a razão pela insanidade nos faz pensar no que realmente vai nos fazer felizes, então de fato, ser insano é mais produtivo do que seguir a razão em tempo integral!
Sim, esta linha de pensamento é um pouco controversa e de fato confusa, mas eu por acaso estou errada?! Portanto, aqui digo: O Blog está evoluindo, e agora possui um slogan.
CHEERS, estou um passo a frente (Y) -não me pergunte do que, minha felicidade torna meu raciocínio incapaz de criar afirmativas que contenham explicações.
Mas agora, continuando o que vim aqui para fazer antes de comemorar o fato de ter finalmente conseguido baixar "O Libertino", após várias tentativas fracassadas, continuo meu post sobre Alice In Wonderland.
* (Obs²: Pirataria é crime, não compre, venda e utilize estes meios para qualquer uso senão o seu uso pessoal. - Ou seja, não ganhe dinheiro fácil vendendo filmes piratas para quem não tem dinheiro para comprar os originais [resumindo: metade do mundo])*.
Hahahahahahaha' Estou insuportável hoje, Deus tenha piedade.
Bom... Se bem me lembro, ontem falei sobre os personagens, sobre o que seriam personagens fiéis, e os que não seriam... E como a foto acima já diz, vou falar sobre a trilha sonora do filme.
Então, como meu professor de Álgebra diz, segundo o pensamento de Jack, o Estripador: "Vamos por partes".
O que seriam personagens fiéis fisicamente ao livro, nesta adaptação?
Seriam os personagens que se parecem tanto com as ilustrações do livro, quanto com o clássico de 1952. São poucos, tenho que admitir.
*01 - O Coelho Branco: Estou SURPRESA pela semelhança com o coelho branco "original"! Sem nem falar que ele é adorável, não é? Quem não se apaixonaria por um coelho branquinho e felpudo com um paletó e um relógio? Isto me faz lembrar que sempre me derreto quando leio o livro, e vejo a seguinte frase: "Ai meus pelos e bigodes, estou atrasado!"
Não é divino? *-*
*02 - A Lebre de Março: Tão insana quanto a personagem pode permitir! A Lebre do filme tem as orelhas tortas, como se as tivesse puxado demais, por tempo demais. Os olhos esbugalhados, quase vesgos, e a mania de atirar coisas sobre a cabeça das pessoas.
*03 - O Gato de Cheshire: Entre os personagens fiéis, ele pode ser o menos fiel, em termos visuais, mas só o sorriso do gato do Tim salvou o personagem! Eu fiquei pensando... Todos que conversaram comigo sobre o filme disseram que tinham medo do Gato quando eram crianças. E quem pode dizer que o sorriso deste gato não é ASSUSTADOR? As falas também, assim como o incrível dom que ele tem de aparecer e desaparecer. Ele pode não ser rajado de rosa e roxo, mas do meu ponto de vista, está incrivelmente fiel.

Agora, os personagens que não estão fiéis ao livro/filme fisicamente:

*o1 - O Chapeleiro Maluco: Não tem absolutamente nada a ver com os personagens originais, tenho que admitir. Mas algumas coisas presentes no visual do Chapeleiro são brilhantemente explicados pelo Johnny e pelo Tim.
Por exemplo, o cabelo alaranjado do Chapeleiro se deve ao fato de que os Chapeleiros daquela época sofriam de envenenamento por mercúrio, tendo isto afetado não somente na personalidade do Chapeleiro Maluco, como também na cor dos cabelos, deixando-os no tom alaranjado. Isto não é simplesmente incrível? Mais um motivo para eu amar o cinema: Sempre tem algo fantástico por trás do qual nós nunca ficamos sabendo!
*02 - A Rainha Vermelha:Também não tem nada a ver, mas temos que admitir que a Helena está perfeita! Adorei a ideia de a cabeça dela ser enorme, o que explica o fato de ela usar a frase ilústre: "Cortem-lhe as cabeças!" ou... "Off whit their heads!" (Não me lembro se está certo, mas é isso que penso ter ouvido...)
Os cabelos vermelhos em forma de um coração também é uma ideia impressionante, então, não tenho críticas a esta personagem, somente pontos a favor (:

Agora, o momento mais esperado... *soam os tambores*
Trilha Sonora!!
F-A-N-T-A-S-T-I-C-A! Sem brincadeira, eu fiquei surpresa quando ouvi a trilha tanto comercial quanto intrumental, porque combina todos os fatores sem fugir à história!
Músicas que foram feitas somente para este filme, tenho certeza, mas ainda assim se alteram de maneira a se tornarem declarações, ou remeterem a fatos rotineiros! Ou seja: São músicas dedicadas à Alice, mas não se prendem única e exclusivamente à Alice! Isso é incrível!
A música que indico a todos para que ouçam é: Very Good Advice, de Robert Smith.
Quem leu o livro já entendeu na hora o que eu estou tentando dizer. Ainda assim, coloco um pedaço da letra para quem quiser saber do que estou falando.

"I give myself very good advice
But I very seldom follow it
That explains the trouble that I'm always in
Be Patient is very good advice
But the waitin' makes me curious"

Se bem me lembro, no livro está escrito algo assim: Alice sempre se dava ótimos conselhos, mas quase nunca os seguia.
ADOREI, incrível!
No geral, todas as músicas tem algo a ver com a história original, tendo ou não relação com o filme atual. Músicas de artistas famosos, que garantem a qualidade do CD, como Avril Lavigne, com a música "Alice (Underground)".
Quem ouvir essa música, talvez tenha a mesma ideia que eu tive.
Ela praticamente grita a música inteira, e eu me peguei pensando: Seria a intenção dela passar a ideia de que ela está caindo no buraco?
Talvez isto esteja óbvio, mas eu gosto de pensar que chego à essas conclusões reflexivas sozinha. Hahahaha'

Bem, mais um post gigantesco, e eu ainda não acabei. Nem cheguei a falar do Johnny!
Amanhã parte 03, e prometo que será a última! Hahahahaha'


Rocks! \o/

domingo, maio 02, 2010

Alice In Wonderland


Mais uma vez retorno a este humilde mundo dos blogs para expressar minha verdadeira paixão pela indústria cinematográfica.
Na noite de hoje, 02 de maio de 2010, sinto-me melhor do que nunca pude me senti antes, apenas pela espera de meses para fazer ESTE post em especial. Como o próprio título já diz, minha espera chegou ao seu glorioso fim. Sim, eu assisti Alice No País Das Maravilhas.
Se estou desapontada, se me contentei com o que meus olhos viram, ou se fui surpreendida, isto fica para depois, antes gostaria de fazer uma declaração: Fui ás lágrimas quando Johnny Depp apareceu.
SIM, sou um ser humano como qualquer outro, que também possui o incrível defeito de ter algum tipo de reação incrivelmente bizarra! No momento em que a cena do chá começou, meus olhos se encheram de lágrimas, agora imagine quando o Johnny surgiu, tão fantástico... Tão maravilhoso quanto este trabalho lhe permitiria ser. Devo deixar claro que fiquei supresa por não ouvir o tipo de comentário educado e de alto nível, do gênero: "Cala a boca, idiota!"
Hahahahahaha'
Eu queria poder resumir a atuação de Johnny Depp nesse filme com palavras que os seres humanos criaram, mas nenhuma chega aos pés do trabalho deste fantástico, brilhante, SUBLIME ator, que conquistou meu coração e com certeza a minha admiração eterna no ano de 2005.
Não é lindo, há 5 anos atrás me apaixonei pelo Johnny *-*
Hahahaha'
Mas então, acabando com a declaração apaixonada, devo continuar o que vim aqui para fazer: Falar sobre Alice.
Bom... Não posso dizer que é o filme da minha vida, veja bem. Eu de fato esperava várias coisas diferentes, coisas que eu havia visto no clássico da Disney de 1952 (Perdoe-me se o ano estiver incorreto, estou sem fontes concretas no momento). Eu esperava coisas que li no livro, também, e algumas destas me deixaram realmente decepcionada por não estarem presentes na adaptação. Ainda assim, a magia deste filme, algo que somente Disney e Tim Burton poderiam oferecer, compensa o "desaparecimento" dos detalhes. Não tornando o filme fantástico, mas, ironicamente, maravilhoso. (Estou cheia de trocadilhos sem graça hoje, sinto muito).
Algo, na verdade, me chocou mais do que todo o resto. ONDE está o Desaniversário?
Talvez a letra da música fofa e doce do primeiro filme refresque sua memória...
"Feliz Desaniversário!! Pra mim? Sim sim !"
Alguém se lembrou? EU me lembro! Me lembro também da Lebre de Março, nos primeiros capítulos do livro, inclusive, senão me engano no capítulo entitulado "Desaniversário", dizendo que tal dia era qualquer dia do ano, excluindo o dia do seu nascimento. Ora vamos, não era aniversário da Alice, quando ela chegou ao País das Maravilhas pela segunda vez!
Ainda assim, a sombra da dúvida surgiu na minha mente... Com todo o tema sombrio do mestre Tim Burton, será que isso se encaixaria? Quer dizer, o desaniversário, tudo bem, mas o mesmo logicamente teria que ser acompanhado da música, fugindo totalmente do tema "sombrio" do filme. Hmm, e agora ... ?
O que compensou, neste momento, foi a frase ilústre do Chapeleiro Maluco...
"Você sabe qual é a semelhança entre um corvo e uma escrivaninha?"
Hahahahahahaha *-*' É exatamente IGUAL ao livro, sem tirar nem por! Isso não é divino? *-*
Mas algo, me lembrando do Chapeleiro, me fez pensar...
É impressão minha, ou o Chapeleiro roubou a cena, ao invés da Alice? Isso não é curioso?
Eu fico pensando, será que não foi uma jogada(de mestre, é claro), do Tim para garantir o sucesso do filme? Tendo em vista os seus inúmeros trabalhos com o Johnny ao longo dos anos, colocar o ator sobre os holofotes é algo muito esperto da parte dele! Sem nem falar que o motivo para eu contar os dias, começando de setembro de 2009 para a estreia de Alice, é a presença do Johnny! E eu posso garantir que não fui a única a fazer isso!
Mesmo assim, queria dizer que o conjunto do filme é brilhante! 3D, atores fantásticos, trilha sonora espetacular... Tim, ponto pra você, DE NOVO !
Outra coisa, outra coisa... ANNE HATHAWAY.
Neste caso, é a velha história do "Ou você ama, ou você odeia".
Ninguém pode negar que a Anne é uma atriz FANTÁSTICA, com tudo que a palavra pode oferecer (Minha dica, assista "Rachel Getting Married"), mas neste filme, tem vários fatores que ou fazem você odiar a personagem, ou amá-la.
Coisas desfavoráveis:
01 - A Rainha Branca. QUEM É a Rainha Branca?
Aos fãs do livro de Lewis Carrol, eu pergunto: DE ONDE ELA SURGIU?
02 - A delicadeza extrema da Rainha Branca, apesar de ser parte do personagem, e tudo isso, é um pouco forçada, em certos momentos do filme. Como o fato de ela ir para a guerra contra a Rainha Vermelha, mas quase desmaiar com a aflição por ver qualquer tipo de violência. Foi um pouco exagerado, hm?
Coisas favoráveis:
01
- A doçura da personagem faz você simplesmente se encantar com ela. As falas, as expressões... Simplesmente perfeitas, quando se desconsidera os momentos "forçados".
02 - Qualquer um que for contra a tirania da Rainha Vermelha vai simplesmente AMAR a Rainha Branca, por ser o oposto, em todos os sentidos, da mesma. É um fato, quem não gosta do malvado, vai gostar do bonzinho.

Em todo o caso, não posso dizer muita coisa, ou vou estragar a diversão de qualquer um que for assistir ao filme após ler este post.
Só queria encerrar o post de hoje, que quero enumerar, uma vez que não falei nem metade do que queria sobre este filme, falando sobre o personagem mais lindo e perfeito de todos *-*
O Gato de Cheshire *-*'
Aaah, o Ches estava tão lindo, tão parecido com o livro, com o filme... Tão assustador, em seu lado mais sombrio, mas ainda assim encantando qualquer um *-*' Foi um dos personagens "fiéis fisicamente" ao livro E ao filme... Mas sobre isto, falo amanhã ...
Parte 02 de Alice In Wonderland, amanhã, prometo (:


Rocks \o/